O delegado Gilker Santos disse que Tavares foi detido por agentes da Guarda Municipal de Viçosa, quando depredava a Igreja do Céu. “Ele quebrou imagens que tinham mais de cem anos. Destruiu uma patrimônio histórico, que tem um valor inestimável para a população”.
Conforme a Polícia, Edvaldo Tavares escreveu nas paredes do ponto turístico mensagens com apelo satânico e de violência, como “quero sangue”, “666” e “vou derramar sangue”. Ele foi autuado por dano ao patrimônio público e pichação.
O crime de pichação é de menor potencial ofensivo e gera apenas o registro de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO); já o dano qualificado garantiu que ele fosse autuado em flagrante e preso. Como o delito é afiançável, ficou estabelecido que deve haver o pagamento de cinco salários mínimos para que o pichador seja solto.
Diário do Nordeste