Além do movimento no Ceará, Sindicatos de várias regiões do Brasil, como Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo aderiram à greve. Cerca de 500 mil barris de petróleo por dia (bpd) deixaram de ser produzidos desde o início do movimento, às 19h de ontem, estima o Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF), ligado à Federação Única dos Petroleiros (FUP), que lidera a ação.
Em nota oficial, a Petrobras informou que toma medidas para garantir "a segurança dos trabalhadores e das instalações" e também para manter abastecido o mercado interno de combustíveis. Segundo a empresa, as consequências da greve ainda são avaliadas. "Em alguns locais, estão ocorrendo bloqueios de acessos, cortes de rendição de turno e ocupação", diz o comunicado da Petrobras.
O POVO Online