A denúncia é relacionada a falta de médicos, que só atende nos dias úteis de 9 às 17h, ficando o turno da noite e finais de semana sem cobertura, além da falta de medicamentos básicos para os pacientes.
A funcionária também relatou sobre a falta de transporte para as pessoas que fazem tratamentos específicos, como hemodiálise e quimioterapia. A van que transportava os pacientes para Sobral aguarda licitação e enquanto isso, está sem fazer o transporte.
Na sexta (05/02), a geladeira que armazena alimentos para os funcionários amanheceu como está na foto: duas caixas de ovos. Segundo informações, a situação precária já se arrasta desde o início do ano.
Para agravar mais a crise, a diretora do HGC Jaqueline pediu demissão e a unidade hospitalar encontra-se sem o responsável legal.
Ontem (12/02), a Secretária de Saúde Larissa Mesquita esteve na Câmara Municipal e afirmou na Tribuna, que aguarda realização de licitação para normalizar a situação.
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