O pedido baseia-se no fato de que “não há estrutura para que os profissionais de segurança controlem o cenário de violência que virou rotina em dias de clássicos.”
No último jogo entre os dois times, Fortaleza assistiu “a um cenário de guerra em algumas ruas e um saldo de ônibus quebrados, carros apedrejados, viaturas da PM danificadas, policiais feridos, além de bombas caseiras, rojões, armas apreendidas. Assaltos, desordem e a morte de um torcedor,” destaca a entidade.
Segundo a APS, não precisa ser especialista em segurança “para perceber que os resultados positivos do jogo para a população são ínfimos, se comparados aos prejuízos e ao clima de medo que reina na cidade.”
Blog do Eliomar