Os municípios com alta infestação são: Tejuçuoca, Itapagé, São Luís do Curu, Itapiúna, Aracoiaba, Capistrano, Madalena, Boa Viagem, Canindé, Quixeramobim, Palhano, Jaguaretama, Hidrolândia, Moraújo, Irauçuba, Varjota, Viçosa do Ceará, Parambu, Tauá, Crateús e Ipaumirim.
Segundo o relatório, no entanto, o número de municípios com média infestação aumentou. Enquanto, em abril, 33 cidades estavam nesta situação, em julho este número subiu para 34.
O relatório mostrou, ainda, que, nas cidades avaliadas, 52,71% dos criadouros do Aedes aegypti foram depósitos de água localizados ao nível do solo, como cisternas, tambores e tanques. Osdepósitos elevados, a exemplos das caixas d'água, foram o segundo tipo de criadouro mais encontrado nos imóveis, com 19,2% de ocorrência. Em seguida, vieram os depósitos móveis(frascos, vasos, pratos, bebedouros), que somaram 14%.
A faixa de risco para os municípios é calculada a partir do Índice de Infestação Predial. O índice é considerado satisfatório quando ficar abaixo de 1%. Quando fica entre 1% e 3,9%, é considerado de alerta. Já índices iguais ou superiores a 4% indicam risco de surto.
De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado (Sesa), neste ano, o Ceará teve 23.351 casos confirmados de dengue, 16.113 de chikungunya, e 1.545 de zika. A dengue e a chikungunya provocaram 17 e 6 óbitos, respectivamente.
Diário do Nordeste