A paralisação dá continuidade à “Operação Perícia Legal”, movimento que a categoria deflagrou no último dia 8 (terça-feira passada) com o intuito de protestar diante da ausência de diálogo do governo do Estado com a classe e o não atendimento às suas reivindicações.
Antes, os peritos já haviam decidido que só realizarão perícias em locais de crimes, caso ali esteja presente uma autoridade policial, no caso, um delegado de Polícia, conforme determina o Código de Processo Penal (CPP). Além disso, os profissionais só irão se deslocar para tais locais caso as viaturas do órgão estejam legalmente documentadas e com todos os itens de segurança exigido para veículos de emergência.
Lei exige
Também ficou decidido que nenhum perito sairá às ruas caso não tenha sua devida identidade profissional. O CPP exige a devida identificação funcional do especialista em locais de crimes e durante a realização dos procedimentos técnicos de investigação. A última turma de peritos que foi nomeada pelo Governo do Estado ainda não recebeu suas credenciais.
Fernando Ribeiro