De acordo com os agentes, a fragilidade na unidade penitenciária é enorme, pois os materiais apreendidos estavam sendo arremessados por cima da tela do alambrado da cadeia, por não existir um muro e sim, uma tela de proteção.
Os agentes relataram ainda a dificuldade de conter a entrada destes objetos, com o cancelamento das revistas pessoais nas mulheres. Várias delas chegam a adentrar na cadeia com os materiais nas partes íntimas, no entanto, não podem mais serem revistadas, devido a uma portaria federal que proíbe a realização da revista íntima.