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Policiais civis montam acampamento na porta do Abolição diante do descaso com a categoria

Policiais civis montam acampamento na porta do Abolição diante do descaso com a categoria

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
20/10/2016 às 23h01 Atualizada em 20/10/2016 às 23h01
Policiais civis montam acampamento na porta do Abolição diante do descaso com a categoria
Foto: Reprodução
Os policiais estão revoltados diante da postura do governador Camilo Santana (PT), que não atende às demandas da categoria. Os servidores chegaram a deflagrar uma greve, mas a Justiça considerou a paralisação ilegal e determinou o retorno às atividades.
Os policiais exigem a reposição salarial de 2015-2016, brigam por melhoria de vencimentos e a redução da gritante diferença de salários com a classe dos delegados, pede melhores condições de trabalho e a retirada de todos os presos das delegacias da Capital, Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) e do Interior.
Desde a semana passada, a classe vem realizando atos públicos para divulgar junto à população a forma como vem sendo destratada pelo Governo. Os servidores suspenderam a emissão de Boletins de Ocorrência (B.O.s) naquelas delegacias onde não houve a transferência dos presos para o Sistema Penitenciário. Simbolicamente, eles entregaram as chaves dos xadrezes à direção da instituição.
Os policiais também deverão entregar todos os coletes à prova de bala que, segundo eles, estão com o prazo de validade vencido.
Em nota oficial, o Governo do Estado se limitou a informar que não entende a razão do movimento dos policiais civis.

Fernando Ribeiro