Muitos inscritos chegaram a local sós ou acompanhados dos pais e foram comunicados através de um aviso do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), de que as provas foram adiadas para 3 e 4 de dezembro.

Alguns não chegaram a se surpreender, no entanto, se dirigiram ao local para constatar a vericidade. "Fiquei com um pouco de raiva quando cheguei, mas entendo a ocupação e acho justo porque os estudantes estão exigindo mais direitos para a educação", afirmou a estudante Patrícia Ellen Costa Alencar, de 16 anos.
Para o professor de história Nivaldo Mauro, "a sensação é de frustração porque envolve o psicológico e a família. Os estudantes vêm até aqui para testar seus conhecimentos. Você não pode exigir seus direitos ferindo o dos outros. Nove de dez alunos que estão na ocupação não sabem pelo o que estão lutando, não sabem o que é a PEC 241".
AVSQ, com Diário do Nordeste