Segundo o defensor-geral da União, Carlos Eduardo Paz, o projeto engloba uma série de pedidos dos detentos a seus defensores, como assuntos relacionados a saúde, atendimento e cálculo provável de pena. Os testes começam em Porto Velho, Rondônia.
De acordo com Paz, os testes começam em Rondônia por haver, naquela Capital, o maior número de presos. "Resolvemos testar o sistema com a carga máxima de atendimento", explica o defensor.
Implementação no Ceará
Carlos Eduardo Paz garante que, dependendo do nível de operação entre os softwares - cada Estado possui um tipo de linguagem - o sistema poderá ser expandido.
A ideia é que esse projeto-piloto seja implementado nacionalmente, nas penitenciárias federais. Depois, com o melhor desenvolvimento, pode chegar às unidades estaduais.
Se der certo, o projeto pode ser uma das saídas para tentar reduzir a superlotação dos presídios.
Diário do Nordeste