Em janeiro, antes do início do período chuvoso, o Ceará tinha 63,6% do território considerado em “seca excepcional”. O nível é caracterizada pela perda generalizada de pasto e o surgimento de situações de emergência em razão da escassez de água. Foi a situação mais dramática observada no Estado desde dezembro de 2015.
No último levantamento, referente a março, o Estado conseguiu alcançar uma condição mais favorável. Já não existem regiões do Ceará em seca considerada excepcional. A maior parte do território cearense (46,06%) está em seca fraca, seguida da condição grave (35,76%). Nesses níveis, ainda são observados problemas como a falta de recursos hídricos, mas os pastos apresentam melhora, assim como a agricultura.
O POVO Online