Além disso, no relato de Joesley há afirmações que Temer receber oferta de pagamentos indevidos correspondentes a 5% dos negócios da empresa no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Essa ‘troca de favores’ teria acontecido ainda em 2017.
Em 2010, segundo o documento, Temer recebeu inicialmente R$ 3 milhões. Nos anos seguintes, os pagamentos continuaram com frequência. Em um dos repasses, Temer, diz o registro, pediu R$ 300 mil para pagar ações de marketing para conter críticas envolvendo seu nome.
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Redação Web