A resposta positiva da pesquisa iniciada há três anos no Ceará aproxima o Brasil da inclusão de pele animal no leque de opções terapêuticas oferecidas aos queimados pela rede pública de saúde. Isso porque, além da redução no tempo de cicatrização, a pele de tilápia praticamente anula a troca de curativos, diminui a dor sentida pelo paciente durante o tratamento e evita contaminação e perda de líquido. “É gritante a diferença na dor”, compara o diretor do Banco de Pele Animal e coordenador do NPDM, Odorico de Moraes.
O POVO Online