Ele informa que uma empresa do ramo, de São Paulo, já deu entrada no pedido de registro do produto na Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa).
O uso da pele da tilápia nesse procedimento já está comprovado como eficiente e foi resultado de pesquisa de dois anos, tocada pelo NPDM, Instituto de Apoio ao Queimado (IAQ) e Centro de Tratamento de Queimados do Instituto Dr. José Frota. Além de eficaz como curativo, a pele de tilápia tem maior quantidade de colágeno dos tipos 1 e 3, proteínas importantes no processo de cicatrização.
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