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Secretário diz não conduzir segurança por partidarismos

Secretário diz não conduzir segurança por partidarismos

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
21/09/2017 às 07h00 Atualizada em 21/09/2017 às 07h00
Secretário diz não conduzir segurança por partidarismos
Foto: Reprodução
O secretário da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) do Ceará, André Costa, apresentou as ações que estão sendo desenvolvidas pela pasta, além de expor números sobre índices de criminalidade no Estado. O pronunciamento ocorreu durante o segundo expediente da sessão plenária.
De acordo com André Costa, ações estão combatendo os crimes violentos letais intencionais e os assaltos a agências bancárias e coletivos, além ter havido aumento na apreensão de armas de fogo e entorpecentes. “Somente neste ano, conseguimos apreender uma tonelada de drogas e cerca de 20 armas por dia. Cerca de 130 ônibus estão passando por nossas blitze por dia. E essas ações estão acontecendo por meio de uma soma da nossa inteligência, tecnologia, parceria com outros órgãos e valorização de pessoal”, informou.
André Costa revelou também que 80% dos crimes ocorrem em apenas 40% do território de Fortaleza. Com base na delimitação, as ruas são classificadas de acordo com o tipo de crime que costuma ocorrer, e o patrulhamento é realizado de forma mais intensificada, de acordo com seu diagnóstico.
O secretário lembrou ainda a reestruturação da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), aumentando em 14% a resolutividade dos casos e em 86% o número de prisões. Além disso, foram intensificadas ações para o interior do Estado, como a ampliação do Comando Tático Rural (Cotar) e do Batalhão de Rondas Ostensivas e Intensivas (Raio).
O secretário afirmou que tem planos ainda de incluir o Batalhão de Divisas para o Choque e, assim, assimilar o modelo operacional e fazer ações mais intensivas nas rodovias. “Queremos também levar para cada macrorregião do Estado equipes do Cotar devidamente preparadas e equipadas, colaborando principalmente no combate aos assaltos a banco”, salientou.
Sobre a carência e valorização dos profissionais de segurança pública, André Costa ressaltou o concurso para 4.200 policiais militares, além de certames para a Polícia Civil e aquisição de viaturas. Também foram citados por ele a aprovação da Lei de Promoções para os Militares, a equiparação da remuneração dos policiais à média do Nordeste para militares e civis e serviços de proteção aos profissionais.

Edison Silva