No entanto, apenas 25% realizam oprincipal exame de diagnóstico dessa enfermidade. O médico afirma que o mais preocupantehoje é que ainda há um medo, um tabu, que o câncer é uma sentença de morte. “Diagnosticarprecocemente é salvar vidas, é se curar. Não é fácil passar esse conceito decura”, afirma Dr. Érico. De acordo com levantamento do Instituto Nacional doCâncer (Inca), em 2007, serão 57.960 novos casos no Brasil.
No Ceará, essa somachega a 2.160. “Temos curvas crescentes de incidência e de mortalidade. Temosdados no ICC que mostram que 50% dos casos hoje são no estágio 3 e 4. Ou seja,em nível grave. O ideal seria encontrar em estágio 1, com menos chance demortalidade”, explica Érico.
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