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Dois mil prefeitos se reúnem em Brasília para enfrentar a crise

Dois mil prefeitos se reúnem em Brasília para enfrentar a crise

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
20/11/2017 às 11h18 Atualizada em 20/11/2017 às 15h14
Dois mil prefeitos se reúnem em Brasília para enfrentar a crise
Foto: Reprodução
A agenda tem início na manhã deterça-feira, 21 de novembro, com sessão solene na Câmara dos Deputados, seguidade reunião entre os municipalistas e as lideranças estaduais. O intuito seráapresentar aos parlamentares as reivindicações do movimento, que traz comodestaque a necessidade de um aporte financeiro emergencial.
Às 14 horas, os prefeitos sereúnem no Tribunal de Contas da União para tratar das dificuldades enfrentadasem relação às Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e às creches escolares.
Logo após, os municipalistasabrirão espaço de diálogo com as bancadas estaduais com intuito de levar até osparlamentares a pauta prioritária. Para finalizar os trabalhos do dia, oMovimento Mulheres Municipalistas (MMM) estará reunido, às 17h30, com a bancadafeminina, seguindo o mesmo propósito.

Segundo dia
A mobilização continua naquarta-feira, 22 de novembro, com ainda mais força. O dia começa com umareunião no auditório Petrônio Portela, localizado no Senado Federal. Opresidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), terá um espaço de falajuntamente com outros parlamentares.
O período da manhã pode ser palcotambém da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 29/2017. A matériaprevê o aumento de 1% do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), fonte desobrevivência para as pequenas cidades.
Ao meio dia, os participantes damobilização deixam o Senado e percorrem a Esplanada dos Ministérios rumo aogramado do Congresso Nacional. O ato será o ponto alto da mobilização.
Ao final do dia, a expectativa éde que deputados e senadores votem o veto ao Encontro de Contas. O pleito fazparte de uma luta histórica da Confederação, que almeja um balanço entre osdébitos existentes entre União e Municípios. Ele chegou a ser aceito noPlenário do Congresso Nacional, mas por ter sido vetado pela presidência, voltapara nova apreciação dos parlamentares.

Contexto da mobilização
A movimentação na capital federalé uma das ações da campanha Não deixem os Municípios afundarem. Encabeçada pelaConfederação Nacional de Municípios (CNM), a iniciativa surge em um momento deprévio ao colapso financeiro das prefeituras, e conta com a parceria dasentidades municipalistas estaduais.

CNM