“É razoável se afirmar a existência de substratos subsidiários mínimos à prática de corrupção passiva”, argumentou Fachin. Em sua defesa, Guimarães havia declarado que “jamais” intermediou recursos para a Engevix e negou ter praticado “ato de natureza imprópria” junto a qualquer instituição.
O inquérito surgiu como consequência da delação premiada do ex-vereador do PT Alexandre Romano, conhecido como Chambinho.
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