O número de mortes até 29 de dezembro foi o menor em uma década, abaixo das 93 mortes registradas em 2016. O maior número de jornalistas mortos foi registrado no México (13), mas muitos também morreram em zonas de conflito no Afeganistão (11), no Iraque (11) e na Síria (10).
O presidente da IFJ, Philippe Leruth, disse que, embora o número de mortes em 2017 "represente uma tendência de decréscimo, os níveis de violência no jornalismo continuam inaceitavelmente altos".
Além das mortes, a IFJ advertiu que "um número sem precedentes de jornalistas estavam presos, foram forçados a fugir, que a autocensura era generalizada e que a impunidade pelos assassinatos, assédios, ataques e ameaças contra o jornalismo independente estava em níveis epidêmicos".
Associated Press