Isso mesmo, consta no banco de dados da instituição uma certidão de óbito, datada do mês de maio de 2016, informado que o agricultor não estava mais vivo, portanto, não poderia realizar nenhum procedimento, nem na agência e nem em nenhuma repartição pública.
Inconformado com a situação, João Alves, que reside na localidade de Várzea Alegre, zona rural do município de independência, a mais de 60 quilômetros de distância, constituiu advogado e agora cobrará na justiça o esclarecimento por arte da agência, sobre a sua morte, já que segundo ele, nunca apresentou nenhum certidão de óbito a instituição.
Pessoas ouvidas pela nossa reportagem disseram acreditar que o agricultor pode ter sido vítima de algum tipo de fraude e alguém ter utilizado seu nome para a aplicação de algum tipo de golpe, fato que deverá ser esclarecimento com uma investigação aprofundada do caso.
A agência não se pronunciou sobre o caso.
Blog do Manuel Sales