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Açude Germinal em Palmácia é o terceiro a sangrar no Ceará

Açude Germinal em Palmácia é o terceiro a sangrar no Ceará

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
26/02/2018 às 09h58 Atualizada em 26/02/2018 às 09h58
Açude Germinal em Palmácia é o terceiro a sangrar no Ceará
Foto: Reprodução

O açude Caldeirões, na cidade de Saboeiro, foi o primeiro dos 155 açudes monitorados pela Cogerh a atingir 100% da sua capacidade, na última terça-feira (20).

Já barragem do Rio Cocó sangrou na sexta-feira (23) após uma sequência de chuvas no mês de fevereiro em Fortaleza. A capital cearense acumula 260 milímetros de chuva desde o dia 1º deste mês, mais que o esperado para todo o fevereiro, que é de 175 milímetros.

O reservatório tem capacidade para mais de cinco milhões de metros cúbicos de água, e a barragem foi construída em 2017 para evitar alagamentos em áreas de risco em Fortaleza. O governo estuda também utilizar a água do Cocó para abastecer a região.

Outros dois açudes estão perto de sangrar: é o Tucunduba, em Senador Sá, que está com 98% da capacidade, e o Itaúna, em Granja, que está com 91%. Apesar dessa melhora, ainda temos 120 açudes com volume inferior a 30%. No total, o estado está com 7% da capacidade hídrica.

Principais açudes ainda secos

Mesmo com as chuvas, os maiores açudes do Ceará seguem quase totalmente secos. O Castanhão, maior reservatório do país, tem atualmente 2,1% da sua capacidade, conforme a Cogerh; e o Orós, segundo maior do estado, 5,83%. Isso deve ocorrer com o aumento do volume de água nas bacias que recarregam o reservatório.

G1