No entanto, as cidades enquadradas entraram com recurso e, apesar da avaliação negativa inicial, acabaram aceitas. Assim, instituições privadas de ensino poderão abrir cursos nessas localidades. Os nove são Itacoatiara e Manacapuru, no Amazonas; Sorriso, em Mato Grosso; Iguatu, no Ceará; Codó, Santa Inês e Bacabal; no Maranhão; Goiana, em Pernambuco, e Estância, em Sergipe.
O resultado do edital sofreu críticas da Associação Médica Brasileira. Em nota enviada à coluna, a AMB “repudia veementemente a forma como o Ministério da Educação vem autorizando e liberando a implantação e o funcionamento de cursos de graduação”. A nota lembra ainda que “recentemente a comissão técnica nomeada pelo próprio MEC havia realizado visitas em vários municípios e negado a habilitação por haver encontrado muitos problemas de falta de infraestrutura”.
Estadão