Os dados constam da pesquisa Demografia Médica 2018, realizada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), com o apoio do Conselho Federal de Medicina e do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, e divulgado nesta terça-feira (20).
O levantamento usou bases de dados da Associação Médica Brasileira, Comissão Nacional de Residência Médica, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Ministério da Educação. Os números "materializam um quadro de desigualdade na distribuição geográfica medido também entre os estados, as capitais e os municípios do interior", diz o estudo.
Entre todas as unidades da federação, o Distrito Federal tem a razão mais alta, com 4,35 médicos por mil habitantes, seguido pelo Rio de Janeiro, com 3,55. Depois de São Paulo (razão de 2,81), o Rio Grande do Sul tem razão de 2,56; Espírito Santo, 2,40; e Minas Gerais conta com 2,30 médicos por mil habitantes. Na outra ponta estão estados do Norte e Nordeste. O Maranhão mantém a menor razão entre as unidades, com 0,87 médico por mil habitantes, seguido pelo Pará, com razão de 0,97.
G1