Alega o advogado da coligação encabeçada pelo general Guilherme Theophilo, que a pesquisa é “fraudulenta”, embora esteja registrada no Tribunal Superior Eleitoral, paga pelo diretório nacional do MDB.
Segundo a petição inicial da representação, a “pesquisa familiar” é “flagrantemente adulterada para enganar o eleitor do Ceará, com o resultado fraudado de que estaria bem avaliado nas pesquisas de intenção de votos”.
O advogado, ao final da petição, pede que a Justiça Eleitoral declare “o caráter fraudulento da pesquisa eleitoral, sendo determinada, na forma do § 1º do referido dispositivo, a inclusão do esclarecimento de que a pesquisa foi realizada por empresa pertencente à cunhada do senador Eunício Oliveira, sem o nome do general Theophilo e ainda, forjando o questionário para exibir sempre em primeiro ou segundo lugar o seu nome”.
Pede ainda abertura de inquérito policial perante o Supremo Tribunal Federal, sob condução da Polícia Federal, multa ao senador em R$ 106 mil e negue (ou casse) o registro de sua candidatura.
Diário do Nordeste