No entanto, no último dia das convenções partidárias – 5 de agosto -, ela teve incluido o seu nome na lista de candidatos do partido para a Câmara Federal, embora não demonstrasse disposição para concorrer. A Lei Eleitoral exige que os partidos e as coligações destinem o mínimo de 30% das vagas para candidaturas femininas, mas, em muitos casos, essas candidaturas são registradas apenas com o objetivo de cumprir a cota.
“Eu já assinei o pedido de renúncia, não vou ser candidata. Foi uma perspectiva que o partido viu, mas, infelizmente, eu tô naquela história de já ter desistido de disputar a reeleição. Se uma candidatura a deputado estadual já é muito difícil, imagine a federal. Agora não é o momento, vou trabalhar (na candidatura do meu filho), na medida do possível”, justificou.