A investigação eleitoral com pedido de cassação foi protocolada no TRE-CE tendo como base a delação premiada dos irmãos Joesley e Wesley Batista na operação Lava Jato. Na delação, eles contam que, intermediados por Balmann, foram coagidos a doarem R$ 20 milhões em troca da liberação dos créditos tributários a que teriam direito empresa do grupo JBS.
A doação seria feita de forma indireta, com R$ 9,8 milhões através de notas fiscais frias e R$ 10 milhões em doações oficiais. Em troca, a empresa teria liberados R$ 110 milhões em crédito tributário. Segundo a petição protocolada pela coligação, restaram comprovadas a doação oficial de R$ 7 milhões, sendo R$ 3 milhões para o candidato Camilo Santana e R$ 4 milhões ao partido. O caso teria acontecido em 2014, na primeira campanha de Camilo, quando Cid Gomes era governador.
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