"Se pegar a eleição que fui candidato, a 12 dias (da eleição) a diferença minha para Lula (ex-presidente, que tentava a reeleição) era de 24 pontos na pesquisa. Na hora que abriu a urna, eram 7. (tiramos) uma diferença de 17 pontos em 12 dias. Nós não estamos a 12 dias, mas quase 20 dias", disse o tucano na entrevista, que foi gravada na noite desta terça-feira, (18), e não mencionou os resultados do último levantamento Ibope/Estadão/TV Globo.
Alckmin disse ainda que parte do eleitorado que hoje sinaliza voto em Bolsonaro está, na verdade, com receio da volta do PT, mas que o capitão reformado do Exército é, na verdade, o "passaporte" para a volta do partido do ex-presidente Lula por causa de sua alta rejeição. "O Bolsonaro tem a maior rejeição. Eu tenho uma das menores. Então acredito que na última onda, que é a que vale, nós vamos chegar lá", disse.
Segundo a pesquisa Ibope, Alckmin oscilou para baixo, de 9% para 7%, enquanto Bolsonaro passou de 26% para 28% e Haddad saltou de 8% para 19%. Nas simulações de segundo turno, o presidenciável do PSL empata com os principais adversários e vence Marina Silva (Rede).
Estadão Conteúdo