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Candidatos ao governo do Estado de olho na corrida presidencial

Candidatos ao governo do Estado de olho na corrida presidencial

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
04/10/2018 às 16h25 Atualizada em 04/10/2018 às 16h25
Candidatos ao governo do Estado de olho na corrida presidencial
Foto: Reprodução
Com 7% das intenções de voto, o candidato General Theophilo (PSDB) acabou demonstrando sinceridade em excesso ao avaliar as chances do companheiro de legenda chegar ao segundo turno no cenário nacional. Geraldo Alckmin (PSDB) aparece na quarta colocação nos últimos levantamentos dos institutos Ibope e Datafolha, com, respectivamente, 7% e 9% das intenções de voto. Ainda assim, deve surpreender e chegar ao segundo turno, de acordo com o general. “Eu estou numa situação pior que a dele e estou acreditando com muita força que vou para o segundo turno. Ele vai virar isso na última hora”, disse confiante o tucano.  
Colega de partido de Jair Bolsonaro (PSL), que segue liderando pesquisas para a corrida presidencial, o advogado Hélio Góis lamentou a ausência de quem poderia ter sido um cabo eleitoral de peso. Hélio tem 2% das intenções de voto, de acordo com a pesquisa Ibope divulgada no último dia 24, e acredita que um cenário diferente poderia ter se desenhado com a participação de Bolsonaro. “Não restam dúvidas, porque o alinhamento de ideias entre mim e Bolsonaro é simplesmente visceral”, afirmou. “Mas ele, afinal de contas, foi vítima de um atendado que quase ceifou-lhe a vida”, concluiu relembrando o atentado a faca sofrido no último mês pelo presidenciável, cujo crescimento nas últimas pesquisas foi avaliado com preocupação pelo governador Camilo Santana, candidato à reeleição.  
Já Ailton Lopes, do PSOL, por hora preferiu não falar sobre um provável apoio da sigla ao petista Fernando Haddad, em um eventual segundo turno contra Bolsonaro. “Falamos disso no segundo turno, certo?”, disse em tom bem humorado, antes de defender a chapa encabeçada por Guilherme Boulos. “A melhor candidatura é a do Guilherme e da Sônia (Guajajara), porque representa um programa que defende mais direitos e democracia para o povo, e que não vai defender uma coisa na campanha e fazer outra quando chegar ao governo”, afirmou.
Diário do Nordeste