As Forças Armadas vão atuar durante as eleições em 510 localidades de 12 Estados do País, mas veem risco em dois deles, Rio de Janeiro e Fortaleza, como consequência da crise regional na Segurança Pública e da ação do crime organizado.
O efetivo militar mobilizado é de 30 mil homens e mulheres. Outros 4 mil permanecem em regime de reserva. O investimento da Defesa na GVA é de RS$ 18,7 milhões.
O programa total, estruturado pelo Ministério da Segurança Pública, abrange a PF, Exército, Marinha, Aeronáutica, Força Nacional, polícias estaduais, guardas municipais, polícias rodoviárias, bombeiros, Agência Nacional de Inteligência e times designados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) - no total, cerca de 280 mil pessoas.
O ministro Raul Jungmann afirmou ontem, na abertura do Centro Integrado de Controle da Segurança, que “até agora não foram detectados indícios consistentes de conflito ou violência entre grupos políticos”.