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Meu futuro político está nas mãos do senador Tasso Jereissati, diz General Theophilo

Meu futuro político está nas mãos do senador Tasso Jereissati, diz General Theophilo

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
07/10/2018 às 14h16 Atualizada em 07/10/2018 às 14h16
Meu futuro político está nas mãos do senador Tasso Jereissati, diz General Theophilo
Foto: Reprodução
"(Tasso) É o nosso grande líder político. Ele vai fazer uma avaliação, uma estratégia de como nós vamos conduzir, vamos reestruturar o partido, o que vamos fazer. Está nas mãos do senador Tasso Jereissati", respondeu, ao ser questionado sobre os planos pós-eleição, caso não chegue ao segundo turno.
Em entrevista ao Diário do Nordeste em setembro, o militar reformado criticou tucanos "infiéis", que apoiam a reeleição do governador Camilo Santana (PT),  e admitiu sair da política após a eleição, em caso de derrota, para seguir carreira como professor universitário. Ao votar neste domingo, ele voltou a defender que, em todo o País, as legendas precisam "incentivar mais a fidelidade partidária".
"Tem que acabar com o toma lá, dá cá, o balcão de negócios, no Brasil inteiro e no Ceará principalmente, porque nós temos uma oligarquia dominando o nosso Estado há mais de 12 anos. São 24 partidos atrás de repartir esse bolo que é pequeno. O Estado está inchado", criticou. General Theophilo sustentou que o governo "precisa de gestão e de autoridade".

Diferenças
Ao avaliar a primeira campanha como candidato, ele comparou o meio político com o Exército brasileiro. "O que falta mais é honestidade, firmeza de propósito, gestão da coisa pública, isso a gente sente muito, para quem veio do Exército, uma instituição que tem 80% de credibilidade da sociedade e chega num meio que tem quase só 5% de credibilidade", declarou.
General Theophilo votou às 11h05 no BNB Clube, na Aldeota. Ele chegou ao local acompanhado da esposa, Silvana Theophilo, e da candidata a vice-governadora, Emília Pessoa (PSDB). Ele optou por não usar prioridade como candidato e aguardou cerca de 20 minutos na fila até votar. Nesse intervalo, enquanto a imprensa tentava entrevistá-lo, um analista do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) pediu que os jornalistas suspendessem entrevistas na fila, pois, segundo ele, isso poderia configurar crime de boca de urna.

Diário do Nordeste