“O governador pode ter certeza que não vou chantageá-lo, como ele foi chantageado na questão dos recursos. O que eu puder fazer para ajudar o Estado do Ceará, eu farei. Meu mandato vai estar sempre a favor dos cearenses”, disse o oposicionista.
“O que eu puder fazer para ajudar o Estado, e aqui não vou ajudar o Camilo, mas o Estado do Ceará, na área da saúde, na área da segurança, na geração de emprego e renda, tenho que trabalhar de forma forte porque o desemprego no Ceará é muito grande, em todos os setores. O meu mandato vai estar à disposição da população cearense. E se tiver de passar esses recursos pela máquina estatal não haverá qualquer dificuldade”, ressaltou.
Segundo Wagner, a coordenação da campanha de Bolsonaro no Ceará, neste segundo turno, ficará sob o comando do deputado federal eleito Heitor Freire (PSL), mas o dirigente estadual do PROS pretende somar esforços para que o presidenciável tenha votação histórica no Ceará. “Se não vencer no Ceará, a votação dele será muito próxima a do Hadadd. O sentimento anti-PT cresceu em todo o País, e no Nordeste também”, afirmou.
Diário do Nordeste