No Facebook, José Guimarães, afirmou que a crítica de Cid foi feita em momento inadequado. O líder petista classificou como “desrespeitosa” a postura adotada por Cid durante o encontro e disse que as falas contribuíram para gerar desconfiança e incertezas da vitória petista.
“Reafirmo o compromisso do nosso candidato com os cearenses e que tudo faremos para derrotar a facismo, o ódio e a truculência do nosso adversário. A eleição está em aberto. Vamos para o confronto e apelamos para que todos os democratas se somem ao esforço de derrotar essa direita representada pela candidatura de Bolsonaro”, comentou Guimarães.
José Guimarães afirmou ainda que a situação com a família Ferreira Gomes será discutida após o segundo turno, mas cobrou respeito. “Tá na hora mesmo de fazermos um balanço desde 2006 e se for o caminho da separação que façamos com respeito mútuo”.
Apoio crítico
Durante o encontro do PT para a campanha pró-Haddad no Ceará, Cid cobrou a petistas e aliados que dessem exemplo para o restante do País ao assumir erros e fazer mea culpa. O ex-governador afirmou que a omissão de culpas é "para perder a eleição" e, caso isso aconteça, seria "bem feito".
"Fica para algum companheiro do PT que me suceda aqui na fala que, se quiser fazer um exemplo para o País, tem de fazer um mea culpa. Tem de pedir desculpas, tem de ter humildade e reconhecer que fizeram muita besteira".
A postura adotada por Cid Gomes reforça o posicionamento tomado pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT) em apoiar criticamente a candidatura de Fernando Haddad. Os pedetistas têm evitado subir em palanques e reforçar a campanha petista neste segundo turno das eleições — atitude inesperada por Haddad, que acreditava em apoio de Ciro Gomes no pós primeiro turno.
O Povo Online