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2º turno foi marcado mais 'pelo medo do que pelas propostas', avalia Cid Gomes

2º turno foi marcado mais 'pelo medo do que pelas propostas', avalia Cid Gomes

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
28/10/2018 às 16h11 Atualizada em 28/10/2018 às 16h11
2º turno foi marcado mais 'pelo medo do que pelas propostas', avalia Cid Gomes
Foto: Reprodução
"Foi uma campanha que primou muito mais pela negação, pela contestação, pelo medo do que pelas propostas e pela tranquilização de como será o nosso futuro. O Brasil passa por um momento muito delicado e nós perdemos uma oportunidade de debater, mas fica o aprendizado pra democracia, essa eleição vai ser marcante para o Brasil", afirmou, ao votar.
Cid Gomes teve 3.228.533 votos, o que corresponde a 41,62% dos votos válidos, sendo o senador com maior porcentagem no país.
Neste domingo (28), ao votar, ele defendeu o posicionamento do irmão, candidato à presidência com terceira maior votação no primeiro turno, que se manteve neutro e não declarou voto em Haddad, como havia sido pressionado por correligionários e aliados políticos.
Para Cid Gomes, líderes do PT devem "pedir desculpas" por erros no passado. "Em vez de [o PT] pedir desculpas, começaram a me agredir. O Ciro fez uma manifestação, mas disse que não declararia votos, porque para dar um apoio teria que fazer algumas críticas e ele não queria atrapalhar, como ele disse", declarou Cid.