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Após encontros, presidente do BNB volta a descartar privatização do banco

Após encontros, presidente do BNB volta a descartar privatização do banco

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
23/04/2019 às 01h34 Atualizada em 23/04/2019 às 01h35
Após encontros, presidente do BNB volta a descartar privatização do banco
Foto: Reprodução
De acordo com Romildo Rolim, as três oportunidades junto ao representante do Governo Bolsonaro serviram para que a diretoria do banco mostrasse os números da instituição e as frentes nas quais vem trabalhando. "Nossa conversa foi muito positiva. Nós estamos próximos (ao Governo) e o que a gente ouve é sobre continuar fazendo o nosso trabalho, ampliando a eficiência do banco", destacou. Um estudo de impacto da atuação do BNB está sendo preparado para este ano.
Uma das especulações em torno do banco diz respeito à negociação de cargos para garantir a aprovação da reforma da Previdência. Provocado sobre as indicações políticas para ocupar cadeiras estratégicas na instituição, Rolim disse que "cabe a quem está no banco seguir fazendo a gestão com responsabilidade. "Se existe a interferência política, eu não sei. O que existe é a escolha de pessoas para a gestão de empresas e eu acho que aí tem que trabalhar dentro dos perfis", disse.
No currículo do Banco do Nordeste estão resultados como uma carteira com quatro milhões de clientes ativos, 292 agências nos 11 estados de atuação (45 no Ceará). Para o Estado em 2019, a contratação de R$ 3,4 bilhões com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) é uma das principais metas. No Ceará, cerca de R$ 800 milhões devem ser utilizados só pelo Comércio e Serviços, de acordo com dados da instituição financeira.

Diário do Nordeste