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Denunciado por assédio a pacientes, José Hilson é proibido de exercer a medicina por seis meses

Denunciado por assédio a pacientes, José Hilson é proibido de exercer a medicina por seis meses

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
16/07/2019 às 17h39 Atualizada em 16/07/2019 às 17h39
Denunciado por assédio a pacientes, José Hilson é proibido de exercer a medicina por seis meses
Foto: Reprodução
José Hilson foi  denunciado por abuso sexual a pacientes. Alguns dos atos, inclusive, foram gravados pelo próprio prefeito, durante consultas nas cidades de Uruburetama e Cruz. Pelo menos 17 mulheres foram assediadas. 
Segundo a decisão do Cremec, divulgada em coletiva de imprensa na tarde desta terça-feira, o informe já foi encaminhado ao Diário Oficial da União e uma equipe do conselho foi à Uruburetama para notificar o médico. Ele não foi encontrado para ser notificado, mas uma pessoa que estava na casa de José Hilson recebeu o documento, o que já vale como registro de entrega. Também foram avisados a Promotoria Pública da cidade, bem como a Secretaria de Saúde. 
O médico ainda tem direito a defesa junto ao Cremec e um conselheiro foi nomeado para buscar provas do crime, processo que demora, em média, dois anos. A ação pode cassar definitivamente o direito do médico a continuar exercendo a profissão. 

Diário do Nordeste