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Taxa de mortalidade institucional cresce em três hospitais do estado

Taxa de mortalidade institucional cresce em três hospitais do estado

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
21/08/2019 às 12h49 Atualizada em 21/08/2019 às 12h49
Taxa de mortalidade institucional cresce em três hospitais do estado
Foto: Reprodução
Essas mortes se referem a taxa de mortalidade institucional que, conforme a Sesa, relaciona o número de pacientes que morrem após, pelo menos, 24 horas da admissão hospitalar, em um mês. De acordo com o Ministério da Saúde, devido a necessidade de urgência na resolução dos procedimentos hospitalares “24 horas são tempo suficiente para que a ação terapêutica e consequente responsabilidade do hospital seja efetivada”. Nesse sentidos, algumas unidades do Ceará ultrapassaram suas metas no mês de julho deste ano.

Dados
No HGF, por exemplo, a meta é de 6,1%, entretanto, a mortalidade institucional foi de 6,4%. Em 2019, o HGF não atingiu sua meta em mês nenhum. No Waldemar de Alcântara, a meta é que haja, no máximo, 8,5% de óbitos: no mês passado, contudo, o índice foi de 9%, e o hospital também superou o percentual em maio, com 10,4%. Em 2018, a taxa média de mortalidade institucional na unidade foi de 8,9%. O hospital São José ultrapassou o limite de mortes em todos os meses, exceto fevereiro e abril. A meta da unidade é de que a taxa fique em 9,4%, porém, em julho o total foi de 9,89%.

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