De acordo com a pesquisa, enquanto para os homens a taxa de desocupação era de 11,1%, entre as mulheres chegava a 12%. Para os negros ou pardos, o índice chegou a 12,3% contra 9,6% entre os brancos.
Os jovens de 14 a 29 anos também têm tido maiores dificuldades para conseguir como colocação no mercado de trabalho. A taxa de desemprego dos mesmos é de 21,4%, enquanto na faixa de 30 a 39 anos é de 8,1% e de 4,8% para quem tem 50 anos ou mais.
Com a demora na retomada de geração de postos de trabalho, a informalidade atingiu 57,4% do total de ocupados (3,61 milhões) no ano passado, segundo o IBGE. De acordo com o levantamento, mais de 2 milhões de pessoas no Ceará trabalhavam na informalidade em 2018.
Com os níveis de desemprego e informalidade, a renda domiciliar per capital do cearense é foi de apenas R$ 848 em 2018 – valor abaixo da média nacional de R$ 1.337.
Diário do Nordeste