O levantamento aponta ainda que 57% dos que não se vacinaram citaram um motivo relacionado à desinformação. E quase metade (48%) dos 2.002 entrevistados pelo país falaram que têm as redes sociais e os aplicativos como uma das principais fontes de informação sobre vacina.
A pesquisa analisou 30 "fake news" que circulam no Brasil, com conteúdos a exemplo de "o governo usa vacina como método de esterilização" e "vacinas podem sobrecarregar o sistema imunológico das crianças".
O Ministério da Saúde informa que recebe pelo número de Whatsapp (61) 99289-4640 pedidos de checagem de informações. A pasta diz já ter identificado 13,8 mil mensagens com conteúdo falso, e o resultado da checagem é publicado no site.
Enquanto isso, os números da cobertura vacinal no Brasil estão abaixo da meta de 95%, taxa ideal para a maioria das vacinas.
O Globo