"É considerada como uma fila pequena. Deveria ser maior (de 20 a 30%). E este é um dos trabalhos da Fundação também: divulgar a importância do transplante, que é a melhor forma e a de mais baixo custo para o tratamento das pessoas doentes", avalia o médico.
A questão, além das informações de prevenção à doença e a necessidade de ressocialização dos pacientes, foi um dos motes da realização da 8ª confraternização natalina da Fundação do Rim.
De acordo com o Dr. Paulo Rossas Mota, a maior parte dos assistidos são pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social e carecem de lazer. Para o médico, a doença ainda é muito desconhecida.
Ele enfatiza que também falta informação sobre as populações de risco. Diabéticos, hipertensos, pessoas com acima de 60 anos de idade, gente com histórico da doença na família e obesos "merecem uma atenção especial".
Para 2020, destaca Paulo Mota, a Fundação pretende seguir o trabalho de prevenção, por meio de campanhas midiáticas; além de cuidar da ressocialização e incrementar a fila de transplantes de 20 a 30% dos pacientes de hemodiálise no Estado.
Diário do Nordeste