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Cerca de 10% dos pacientes de doença renal crônica no Ceará estão na fila dos transplantes

Cerca de 10% dos pacientes de doença renal crônica no Ceará estão na fila dos transplantes

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
08/12/2019 às 23h37 Atualizada em 08/12/2019 às 23h37
Cerca de 10% dos pacientes de doença renal crônica no Ceará estão na fila dos transplantes
Foto: Reprodução

"É considerada como uma fila pequena. Deveria ser maior (de 20 a 30%). E este é um dos trabalhos da Fundação também: divulgar a importância do transplante, que é a melhor forma e a de mais baixo custo para o tratamento das pessoas doentes", avalia o médico. 

A questão, além das informações de prevenção à doença e a necessidade de ressocialização dos pacientes, foi um dos motes da realização da 8ª confraternização natalina da Fundação do Rim.

De acordo com o Dr. Paulo Rossas Mota, a maior parte dos assistidos são pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social e carecem de lazer. Para o médico, a doença ainda é muito desconhecida.

Ele enfatiza que também falta informação sobre as populações de risco. Diabéticos, hipertensos, pessoas com acima de 60 anos de idade, gente com histórico da doença na família e obesos "merecem uma atenção especial".

Para 2020, destaca Paulo Mota, a Fundação pretende seguir o trabalho de prevenção, por meio de campanhas midiáticas; além de cuidar da ressocialização e incrementar a fila de transplantes de 20 a 30% dos pacientes de hemodiálise no Estado.

Diário do Nordeste