A Secretaria do Desenvolvimento Agrário do Ceará (SDA) estuda inserir nas bacias hídricas locais quatro espécies de peixes: o Pirarucu, o Tucunaré, o Dourado e o Surubim, que são predadores naturais da piranha. O DNOCS avalia como solução mais viável, incentivar o consumo da piranha, como por exemplo, cursos de formação para a produção de pratos com a piranha.
A piranha já foi identificada em outra regiões cearenses, e a situação se agrava pela baixa pluviosidade e pelo desaparecimento de outras espécies.