Renato Kfouri, presidente do Departamento Científico de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), afirma que nenhuma das doenças que podem ser prevenidas pela vacina está erradicada do Brasil, e a maioria delas é causada por bactéria. “A coqueluche e a difteria faz alguns anos que não aparecem casos no País, mas é um risco”, afirma. A imunização é aplicada em três doses, ao dois, quatro e seis meses de vida.
Uma nova remessa aguarda parecer da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) para posterior liberação da Anvisa. "Tão logo essas doses sejam liberadas para uso, serão distribuídas aos Estados. A previsão é iniciar o processo de regularização da distribuição ainda neste mês de janeiro", avisa a nota.
O POVO Online