Atualmente, quando o que é gerado é superior ao que é consumido, o usuário fica com uma espécie de crédito a ser utilizado para diminuir a fatura em meses seguintes. E o consumidor paga à distribuidora apenas a diferença entre o que foi gerado e o que foi consumido.
A Aneel propõe que, quem produz a sua própria energia teria de pagar pelo uso da rede distribuidora nos períodos em que a produção é menor do que o consumo, como em períodos de baixa incidência solar e à noite.
De um lado, as distribuidoras de energia alegam que os incentivos dados aos micros e mini produtores geram custos para elas e os demais consumidores de energia do País. Do outro, empresas do ramo argumentam que eles são o estímulo à energia limpa solar que ainda se mostra necessário, uma vez que o segmento não alcançou a maturidade desejada no País.
Com informações do Diário do Nordeste