Em sua maioria, famílias humildes, que sobrevivem de benefícios sociais e do trabalho da roça, e que dispõem de poucos eletrodomésticos, que não justifica os valores absurdos na leitura do relógio de medição do consumo.
O caso mais recente se deu na região da Ibiapaba, em Ubajara, onde um morador se deparou com uma conta no valor de R$ 10 mil. Sem condições para pagarem, o fornecimento é prontamente suspenso, enquanto as queixas vão se acumulando da falta de solução definitiva da ENEL.
Em 2019, a concessionária foi campeã de reclamações no Estado, segundo os órgãos de defesa do consumidor, com quase 6 mil denúncias sobre estes erros recorrentes.