Na carta, os professores expõem que não há material didático para o desenvolvimento adequado do ensino profissional, bem como os investimentos em maquinários e equipamentos para os laboratórios que têm cada vez mais diminuído e as horas de planejamento de aulas bem limitadas, considerando a extensa quantidade de disciplina por docente.
O professores também reclamam da remuneração, pedindo algo fixo por parte do Estado. Atualmente, são contratados em regime celetista pela Seduc, através do Instituto Centec e o formato de pagamento é por hora, ou seja, conforme muda as disciplinas ministradas no semestre, muda a remuneração, tornando-a extremamente variável e sem critérios claros de padronização de carga horária.