Dessa forma, a denúncia estabelece que o ex-parlamentar cometeu crimes previstos no Código Penal Militar, por agir contra ordem de superiores e ocupar quartel (art. 149); conspiração (art.151); aliciamento de militares (art.154), por incitar à desobediência (art.155); criticar publicamente ato de seu superior (art.166) e prática de ato prejudicial à administração militar que consta no artigo 324.
Conforme o MPCE, Cabo Sabino instigou a paralisão dos militares em vídeo publicado em seu perfil nas redes sociais. A denúncia mencionou um trecho do discurso em que ele afirma: "Quem quer parar a tropa não chama para a Assembleia porque polícia não para no meio da rua, polícia para em quartel".
Seguindo a orientação do ex-deputado, os policiais ficaram amotinados no 18º Batalhão da PM, no bairro Antônio Bezerra, em Fortaleza, entre 18 de fevereiro e 1º de março, quando aceitaram proposta para o fim do motim.
Diário do Nordeste