Esses estabelecimentos, segundo o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Ceará (FCDL), Freitas Cordeiro, são essenciais para a vida das pessoas residentes nos bairros e subúrbios as cidades.
“O pobre não conhece Loja de Alimentos, ele conhece e frequenta as bodegas e mercearias, onde ainda vigora a caderneta e o velho vale” , afirma Freitas Cordeiro, para quem a comunicação do governo deve também centrar foco nas mercearias.
Por sua vez, as redes de supermercados foram instados neste sábado pelo secretário Maia Júnior a tomar providências no sentido de que seja melhor organizado o fluxo de pessoas nas suas lojas.
“Tem havido superlotação nos supermercados e isto é incompatível com a orientação das autoridades da saúde, que querem evitar a proliferação do coronavírus”,explicou Maia Júnior.
Diário do Nordeste