O Núcleo de Assistência aos Presos Provisórios e Vítimas da Violência da Defensoria Pública do Ceará pediu pela investigação da morte alegando que por se tratar de uma pessoa recolhida em presídio é imprescindível saber se o encarcerado se encontrava ou não com o coronavírus, "a fim de que se possa realizar os protocolos necessários em relação ao isolamento e testagem de todos que tiveram contato com a pessoa morta".
Nessa quarta-feira (25), o Estado do Ceará confirmou mais 26 casos de coronavírus (Covid-19), de acordo com o informe epidemiológico da Sesa. Ao todo, o levantamento aponta que 211 pessoas foram contaminadas pela doença desde o início de casos no Estado, em 15 de março. Não há registros de morte no Ceará.
A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) informou por nota que o óbito foi em decorrência de complicações do HIV. Já na decisão, a magistrada ressaltou que é preciso considerar o instante social em que medidas são tomadas pelo Poder Público evitando a transmissão do Covid-19.
Diário do Nordeste