No entanto, Patriolino Ribeiro, o presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Ceará (Sinduscon-CE), pondera que este retorno aos canteiros de obras seria gradual, e não todos os 50 mil operários do Estado de uma só vez.
As pequenas construtoras, cujo canteiro conta com número de operários entre 5 e 15, segundo ele, são a principal preocupação do setor, pois "não aguentam ficar arcando com os custos" sem a atividade estar em curso.
"Então, esses pequenos empresários vão acabar demitindo essas pessoas e a gente fica preocupado com isso, com essa demissão em massa", destaca.
Diário do Nordeste