Os testes rápidos, segundo o Ministério da Saúde, irão atender os profissionais que atuam nos serviços de saúde e na segurança, como policiais, bombeiros e guardas civis com sintomas de síndrome gripal.
A diferença entre os testes, além do tempo de resposta é que o RT-PCR detecta, a partir da amostra, a presença do vírus no organismo. Já os testes rápidos verificam a resposta do organismo ao vírus, como por exemplo, a presença de anticorpos contra o micro-organismo invasor.
Diário do Nordeste