O documento destaca que os estabelecimento de educação possam oferecer condições facilitadas de pagamentos, opções de negociação em caso de inadimplência, descontos, bolsas ou, em última hipótese, diante da dificuldade de pagamento, no caso de entidades de ensino superior, que seja oferecida a alternativa de trancamento de cadeiras, sem custo adicional.
Outra recomendação expedida foi a de analisar o perfil socioeconômico do aluno para privilegiar negociação com os que estão com menor capacidade de pagamento neste momento.
“Trata-se de uma situação excepcional para a qual é importante a solidariedade na relação entre escola e família. Não estamos trabalhando com uma mera questão mercadológica, mas um cenário que exige solidariedade e humanidade”, destaca a defensora pública e supervisora do Nudecon, Rebecca Machado.
G1 CE